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Thursday, 19 February 2009

teu abraço


Vejo o sol acordar
no céu bem cedinho
e fico a pensar
no teu doce carinho...

Meus dias estão frios,
pois você não está aqui
e sinto no peito um vazio
toda vez que lembro de ti

Então vejo a noite embalar
o dia em seus braços
e ao me deitar
sonho com teus abraços...

Eu não sofro de amor,
mas de saudades, sim.
Quero logo que essa dor
chegue ao fim!

Thursday, 5 February 2009

doce sonho


Eu sonhei
que te amei,
mas eu te amo
como se fosse um sonho.

É por isso que sonhei
que te amava tanto
porque te amei
e ainda te amo.

Se eu não tivesse te sonhado
eu teria te amado?
É claro que sim,
foste feito para mim.

Pega a minha mão
e fica comigo,
assim não preciso dormir
para sonhar contigo...

Monday, 2 February 2009

eu te amo



Presta atenção, querido
Agora juntos não estamos, eu sei,
mas guardo nossos momentos comigo,
nunca esqueço o último beijo que te dei!

Te faço esta canção, amor
para lembrares dos nossos dias
nossos beijos, desejos, fantasias...
E que ao teu lado estou, seja onde for...

Aquele dia que te jurei amor eterno
Eu não mentia, não...
Meu amor por ti não é vão,
cada segundo sem você é um inferno!

Monday, 1 December 2008

tu, amor.


Amor,
Eu quero o teu só pra mim

Amor,
Que tu sejas meu até o fim

Amor,
Quero sempre te amar, enfim,


Vem,
Além de toda a solidão
Até mim e agarra-me à mão.

Deixa o amor nos guiar
em nossa dor, em nosso amar!

beijos e saudades


Ai, quantos desejos
Invadem-me à mente
São as lembranças dos teus beijos
Que me deixam demente.

Teus beijos todas as manhãs eu quero
De falsidade ou de amor,
Que me importa? Seja o que for,
O mundo passa e eu te espero.

E nesta tarde que não quer ser pôr
Tua boca eu queria na minha
Passo horas lembrando o sabor
Que o teu doce beijo tinha...

Saturday, 22 November 2008

solidão


Acalanta a inquieta alma
Nos brandos braços da paixão
E do ocaso derradeiro à calma,
Teu beijo é o que faz ao meu coração.

A solidão que definha
Nasce da demente alegria;
Do calor confortante dos teus braços,
À fria distância que desfaz nossos laços.

Tuesday, 21 October 2008

Desespero



Tenho vivido num desdém imenso,
Às vezes palavras até me faltam
Pois as aferro em meu âmago tenso,
São tristes omissões que me matam...

Lentamente como um sádico assassino,
Sinto-me postergada pela vida,
Longínquo até oiço os malditos tinos,
Dos que me agora têm por maldita...

Funesto seja aquele dia que m'entreguei,
Quiçá à pessoa errada, quanta desdita,
Agora pagas tu com esta dor desmerecida...
Alhures choras por mim, por que o magoei?

Tuesday, 2 September 2008

Lembro-me bem


Faço perguntas que não tem respostas,
Tenho respostas que não fazem sentido
Meus sentidos já me deram as costas...
E com isso de nada tenho conseguido.

É difícil saber quem eu sou,
Muito mais é saber com quem estou,
Nessa vida de nada ganhei,
Sorri pouco e demais chorei.

Mas esse pouco valeu demais,
Pois contigo o compartilhei,
Meu amor, não se esqueça jamais,
Tu foste à pessoa que mais amei.

Amei, amei demais...

Thursday, 14 August 2008

Ao teu lado


Ao teu lado, a lógica é demente
o sol não é assim tão quente,
o óbvio não é tão evidente,
e a música não acalma a mente...

Mas longe de ti o mundo gira no seu eixo,
Nem há emoção nos pequenos detalhes;
já não sei se vivo por viver ou se me queixo
Da imensa falta que me fazes...

Ora, nem claras minhas palavras são
para exprimir minha amarga saudade
que palpita o sangue do meu coração
que guia minha vida à soledade!

Tuesday, 13 May 2008

Meu fado em tuas mãos


Depois que as paixões se dissiparam
e o lúgubre vento seus vestígios levou;
Percebo, neste estado insípido em que estou,
quão tola fui nesses anos que se passaram...

Anos que de mim tu levaste;
Que foram semanas, dias,
o tudo de mim que amaste,
inclusive minhas alegrias...

De facto, eu agora seria mais forte,
s’eu não tivesse acreditado
que na tua linda mão estava meu fado,
E sim meu fácil caminho à morte.


Escrito por Marcelle Castro

Wednesday, 9 April 2008

Uma palavra tão amarga


A saudade é um sentimento amargo
Porque tudo o que nos deixa saudade é bom.
Seja daquele beijo de paixão, do abraço apertado,
D’um lugar especial, uma pessoa que amamos...
E que se fica na memória...
É um sentimento de impossibilidade,
Pois quem sente saudade de alguém ou de algo
É porque não pode matar o desejo, o vicio, à vontade...Quando se quer.
Quem sente saudade sonha acordado com alguém que faz falta,
Sente nos lábios o sabor do beijo, escuta a voz de que se ama...
Não fomos feitos para sentir saudade,
Ainda mais aquela saudade que fica por alguém que se foi...
E que não volta mais...
Ainda mais aquela saudade que fica por conseqüência de um erro,
E que não se pode corrigir...
Aquela saudade que aperta nosso peito por estar longe de um grande amor...
Muito embora nos faça compreender o sentido de muitas coisas,
Ainda assim, a saudade nos mata... Aos poucos.
Eu queria tanto deixar de sentir saudade...
Ainda mais quando a sinto por erros inconseqüentes.
Sinto saudade de uma parte de mim...

Escrito por Marcelle Castro

Tuesday, 25 March 2008

S'eu pudesse


S’eu pudesse a meu íntimo secreto libertar,
Sentirias todo o amor que por ti não nego
Saberias todos meus segredos que levo
Cá no peito com um pesado arfar!...

Amor meu, se fosse possível por um segundo
Realizar este meu único desejo singelo
Não terias dúvidas do meu amor sincero...
E então assim, eu descansaria profundo!

Escrito por Marcelle Castro

Saturday, 28 July 2007

Dark Clouds


Before me, in solitude
Clouds of grey paint the sky
My arms open, my soul broken
I open my eyes, tears unleasled

The wind bring me your scent
I savour you deepest emotions
In the twilight, i am awake
My dreams, never so pure

The dying flowers of the winter
Theirs fading grace, untouched
Immaculate beauty of the sadness
Caress my empty thoughts

The tender touch of awaken memories
My fallen fears, in the past they rest

Like the fragile leaf taken by the wind
My spirit wonders throught free, alone
Restless the night embrace me
Makes trees hold me in their wormth
The moonlight throught the branches
Dancing shadows...

Take my hand...


Escrito por Pedro Martins